Quem sou eu

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Quem sou Eu? Não sei. Sou a que sente, sou aquela que sofre, sou aquela que chora, sou a criança quando posso, sou a adulta porque me exigem, sou mulher, sou pensamento, sou razão, mas afinal quem sou eu? Não sei. Sou o amor, mas ódio não sou, sou aquela que tem fome, aquela que tem sede de viver, aquela que tem sede de amar. Mas afinal o que sou eu? Talvez aquela que muitos queriam ser...

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O amor são doces borboletas na barriga

Eu esperei muito, esperei a pensar voltar a ter-te nos meus braços novamente. Esperei voltar a sentir o teu calor. E nada…

Tudo começou no verão. O verão que foi nosso por uns dias. Na noite em que estivemos juntos pela primeira vez e falamos, falamos, até que começou a chover. Na noite em que não me disseste que estava bonita, mas eu não me importei porque aquela noite de verão foi minha e tua. Apenas nossa.

Mas depois de te perder…as estações passavam e a tua ausência permanecia intacta. Como numa fotografia minha, sem mais ninguém. Outono, Inverno...

Mas a vida seguiu. Eu segui, mal mas segui, assim como tu seguias com alguém que pensavas fazer-te feliz, talvez como eu te fiz, não sei.

Com isto morri mil vezes. Todos os dias, nos dias em que sabia que não tinha visto o teu sorriso, aquele maravilhoso sorriso que fazias quando me vias, o sorriso que eu fazia por dentro, as mil e uma coisas que eu sentia ao ver-te feliz e ao sentir a minha própria felicidade.

Foi fantástico lembrar-me de ti. Foi terrível lembrar-me que já não te tinha, que te tinha dado para alguém.

Mas se queres saber, ainda hoje sinto aquelas doces borboletas na barriga, quando passas por mim na rua. Quando te vejo com os teus amigos/as.

Ainda hoje sinto aquelas doces borboletas na barriga, e morro ao saber que te vejo, e não te tenho, não te falo, não te toco…

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