sexta-feira, 16 de abril de 2010
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distracção mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior protecção efectiva: o sorriso
O maior remédio: o optimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!
O amor são doces borboletas na barriga
Eu esperei muito, esperei a pensar voltar a ter-te nos meus braços novamente. Esperei voltar a sentir o teu calor. E nada…
Tudo começou no verão. O verão que foi nosso por uns dias. Na noite em que estivemos juntos pela primeira vez e falamos, falamos, até que começou a chover. Na noite em que não me disseste que estava bonita, mas eu não me importei porque aquela noite de verão foi minha e tua. Apenas nossa.
Mas depois de te perder…as estações passavam e a tua ausência permanecia intacta. Como numa fotografia minha, sem mais ninguém. Outono, Inverno...
Mas a vida seguiu. Eu segui, mal mas segui, assim como tu seguias com alguém que pensavas fazer-te feliz, talvez como eu te fiz, não sei.
Com isto morri mil vezes. Todos os dias, nos dias em que sabia que não tinha visto o teu sorriso, aquele maravilhoso sorriso que fazias quando me vias, o sorriso que eu fazia por dentro, as mil e uma coisas que eu sentia ao ver-te feliz e ao sentir a minha própria felicidade.
Foi fantástico lembrar-me de ti. Foi terrível lembrar-me que já não te tinha, que te tinha dado para alguém.
Mas se queres saber, ainda hoje sinto aquelas doces borboletas na barriga, quando passas por mim na rua. Quando te vejo com os teus amigos/as.
Ainda hoje sinto aquelas doces borboletas na barriga, e morro ao saber que te vejo, e não te tenho, não te falo, não te toco…
segunda-feira, 12 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Tu és tudo

Fico imaginando como, fico imaginando porquê, fico imaginando onde estás…
Os dias que tivemos, as brincadeiras que fizemos, as belas tardes de verão passadas…
Estou à espera, à muito tempo para alcançar um amor que parece tão distante. Espero que os meus sonhos me levem lá, pelos oceanos, de costa a costa, pelas ruas…para encontrar novamente o que eu mais amo.
Tento ler, vou para escola, vou-me rindo com os meus amigos, mas não consigo voltar a ter o sorriso que tinha quando estavas a meu lado, não consigo parar de pensar, o como, o porquê…
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