Quem sou eu

Minha foto
Quem sou Eu? Não sei. Sou a que sente, sou aquela que sofre, sou aquela que chora, sou a criança quando posso, sou a adulta porque me exigem, sou mulher, sou pensamento, sou razão, mas afinal quem sou eu? Não sei. Sou o amor, mas ódio não sou, sou aquela que tem fome, aquela que tem sede de viver, aquela que tem sede de amar. Mas afinal o que sou eu? Talvez aquela que muitos queriam ser...

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sinto a tua falta


Tu costumavas-me chamar de teu amor, dizias que eu era a única que amavas, prendias-me em teus braços…
Eu amei a maneira que tu me fizeste feliz, pois também te senti feliz. Eu nunca te quis perder, eu queria continuar a abraçar-te. Eu sinto a tua falta, sinto falta do teu sorriso, eu ainda choro, de vez em quando. E mesmo sendo diferente agora, tu ainda estás aqui, de alguma forma o meu coração não deixará que tu vás.
Tu chamavas-me de princesa, e agora estou a viver fora dos meus sonhos. Como eu desejo que possas ver tudo que acontece comigo! Estou a pensar novamente no passado, é verdade que o tempo está a voar rápido demais, e eu sinto a tua falta, a falta do teu sorriso, das tuas palavras de conforto!

Amo-te

Mesmo com os teus defeitos eu desejo-te.
Ninguém é perfeito e basta-me ao acordar querer sentir-te, abraçar-te, beijar-te, tudo sem pressas, apenas amar-te.
Sentir a tua verdade, a tua lágrima, o teu sorriso, a tua amizade, apenas sentir que estás comigo.
Quero admirar-te e sentir o que vejo.
Encontrar nos teus lábios o sabor do desejo.
E finalmente, depois de tudo isto que faço, quero apenas dizer-te mais uma vez, Amo-te!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Ausência


Eu deixarei que morra
em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausta.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Quero que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu abriste-as para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui a grande íntima da noite.
Porque eu encostei a minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque os meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serena.