Sinto-me gelada mas vejo que a frieza que me incomoda deve-se a um erro que cometi pensando que jamais o iria cometer, no fundo acho que acontece com toda a gente. Não me sinto nada singular mas sinto que não deveria estar a sentir o que sinto.
Às vezes sinto que o tempo não é tão proporcional como eu gostava que fosse mas consegue ser tão ameaçador que nem imaginava... Descubro que não passo de ser um ser errante e, naturalmente, humano, sensível, contraditório e até inconstante.
Sinto-me perdida, encoberta com as luzes que me querem oferecer.
Mas o crescimento do ser humano é assim mesmo, mas porquê que há "mas"? Não podemos passar o resto dos nossos dias a chorar sobre o leite derramado quando a fonte seca e quando a estrada se vai diminuindo e os pés se vão tornando cansados na caminhada difícil que é o SENTIR.
Sim, sentir...valerá a pena sentir neste estado de vida vulgar e nesta sociedade cheia de cargos e descargos, cheia de chuvas e tempestades e repleta de sorrisos quando o sol dá da sua graça? Não...ou talvez sim...não sei.
As luzes quando se acendem não passam de luzes e nós não passamos de seres iluminados por elas, então porque nos julgamos a nós próprios, porque teimamos em desaparecer...porque nos ameaçamos a nós mesmos quando não queremos morrer? Porque quando entramos e já adivinhamos o fim, porque teimamos em entrar? Porque não tememos sofrer quando, várias vezes, dizemos que esse é o nosso maior medo? Mentimos, falseamos a nós próprios pela fragilidade ingénua, infantil e, se podemos chamar, egoísta da raça humana...porque sentimos! Sim, sentimos mesmo...
Gelada, fria, egoísta e ingénua...na minha delicadeza de amar o imperfeito e de procurar o inconveniente, conquistei o que não queria...amei, desesperei e SENTI.
Às vezes sinto que o tempo não é tão proporcional como eu gostava que fosse mas consegue ser tão ameaçador que nem imaginava... Descubro que não passo de ser um ser errante e, naturalmente, humano, sensível, contraditório e até inconstante.
Sinto-me perdida, encoberta com as luzes que me querem oferecer.
Mas o crescimento do ser humano é assim mesmo, mas porquê que há "mas"? Não podemos passar o resto dos nossos dias a chorar sobre o leite derramado quando a fonte seca e quando a estrada se vai diminuindo e os pés se vão tornando cansados na caminhada difícil que é o SENTIR.
Sim, sentir...valerá a pena sentir neste estado de vida vulgar e nesta sociedade cheia de cargos e descargos, cheia de chuvas e tempestades e repleta de sorrisos quando o sol dá da sua graça? Não...ou talvez sim...não sei.
As luzes quando se acendem não passam de luzes e nós não passamos de seres iluminados por elas, então porque nos julgamos a nós próprios, porque teimamos em desaparecer...porque nos ameaçamos a nós mesmos quando não queremos morrer? Porque quando entramos e já adivinhamos o fim, porque teimamos em entrar? Porque não tememos sofrer quando, várias vezes, dizemos que esse é o nosso maior medo? Mentimos, falseamos a nós próprios pela fragilidade ingénua, infantil e, se podemos chamar, egoísta da raça humana...porque sentimos! Sim, sentimos mesmo...
Gelada, fria, egoísta e ingénua...na minha delicadeza de amar o imperfeito e de procurar o inconveniente, conquistei o que não queria...amei, desesperei e SENTI.


